O produto premium pode ajudar na crise?

O produto premium pode ajudar na crise?

O mercado de vários setores busca soluções para a crise. Muitas empresas, ao invés de entrar na guerra do preço mais baixo, pegam o caminho inverso: investem em produtos premium. Com a promessa de buscar um público (quase) imune à crise, alguns valores aparecem atrelados a essa modalidade.

O primeiro é a qualidade. Criar algo diferenciado, com mais vantagens do que um serviço próprio ou de um concorrente. Quem busca o produto espera satisfação garantida.

Ser premium não é, necessariamente, pagar caro. Mas um maior valor agregado atrai esse tipo de público, que busca soluções extras pelo preço de contrato.

O público também é de nicho, mas nem tanto. Ser um produto de luxo é diferente de ter um produto segmentado. Clientes das classes A, B e C podem se encaixar no mercado pretendido com o lançamento de um novo serviço, por exemplo.


O FALSO PREMIUM

Há também aqueles produtos que parecem premium, mas não são. Existem casos de importados mais caros apenas porque vieram de fora. A “grife” internacional automaticamente encareceria esse produto, mas a qualidade não mudaria de um concorrente nacional.

As reservas também criam uma sensação de escassez. E, se tem pouco no mercado, logo o preço sobe de acordo com a demanda. Isso acontece desde safras de vinho a lugares VIP em um show.

Portanto, observe o que realmente torna seu produto premium e ressalte as diferenças de um pacote ou serviço padrão.